Nubank fecha acordo de naming rights com a WTorre e
O estádio do Palmeiras tem um novo patrocinador master. A WTorre oficializou nesta sexta-feira a parceria com o Nubank, que passa a deter os naming rights da arena localizada na zona oeste de São Paulo. O espaço, que durante 12 anos foi conhecido como Allianz Parque, agora passará por uma mudança de identidade — e quem decide o novo nome é a própria torcida.
Torcedores vão votar no novo nome do estádio
O banco digital abriu uma votação pública, realizada por meio de um site oficial, com três opções de nome para a casa alviverde:
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- Nubank Parque
- Nubank Arena
- Parque Nubank
Para evitar fraudes, cada voto será vinculado a um CPF, garantindo que cada pessoa participe apenas uma vez da eleição.
Contrato deve valer até 2044
O novo acordo com o Nubank tem vigência prevista até 2044, data em que expira a escritura de superfície que concede à WTorre o direito de explorar comercialmente o estádio. A partir de 2045, a gestão completa da arena passa a ser exclusivamente do Palmeiras.
Valores praticamente dobram em relação ao contrato anterior
Embora os números não tenham sido oficialmente confirmados, estima-se que o Nubank desembolsará cerca de US$ 10 milhões por ano (aproximadamente R$ 51 milhões) pelos naming rights — praticamente o dobro do que a Allianz vinha pagando.
O contrato anterior, firmado em 2013 com a seguradora alemã, previa o pagamento de R$ 300 milhões ao longo de 20 anos, o que representava inicialmente R$ 15 milhões por temporada, com correção anual pela inflação. Após quase 13 anos de vigência, o acordo já era considerado defasado, e as partes acertaram a rescisão antecipada na última quinta-feira, oito anos antes do prazo original.
Palmeiras recebe percentual dos valores
O clube alviverde não participou diretamente das negociações, já que a exploração das propriedades de marketing do estádio é responsabilidade da WTorre até 2044, conforme a escritura de superfície. No entanto, o Palmeiras recebe mensalmente um percentual sobre os valores do naming rights, que aumenta a cada cinco anos. Desde novembro passado, essa fatia subiu para 15%.